American Horror Story: Roanoke | Crítica

Esse ano foi um ano diferenciado para American Horror Story em relação as outras temporadas. Ryan Murphy não decepcionou. Ele apostou em uma nova forma de divulgação da temporada decidindo revelar o o tema só na estreia, fato que deixou os fãs anciosos e uma boa jogada de marketing foi usada para aumentar a audiência na estreia e prender os espectadores, e ele conseguiu.

Em American Horror Story: Roanoke, nos foi apresentado atores desconhecidos na série (com excessão da Adina Porter que apareceu na primeira temporada) e eles deram um show de atuação, quase que confirmando suas participações nas próximas temporadas do show. Adina Porter foi, sem sombras de dúvidas, a melhor atriz da temporada. Em seguida vem Kathy Bates, Sarah Paulson e Lily Rabe. 

A ideia da sexta temporada foi muito criativa. O Ryan pegou um tema que já foi muito aproveitado em outros filmes e livros que estava criando teia de aranhas e o reformulou de uma forma genial e criativa, ele levou American Horror Story ao topo novamente, desde Freak Show. Murphy aproveitou um tema que havia sido mencionado pela médium Billie Dean Howard e ninguém fazia ideia de que ele ia usar aquilo e isso foi incrível.

Lady Gaga na sexta temporada também foi ótima, ela evoluiu muito desde Hotel e o seu personagem foi quase o centro da história. O único ponto negativo sobre ela, foi que ela apareceu muito pouco e poderia ser mais aproveitada na segunda parte da série, interpretando a atriz que fez a bruxa. Segundo Ryan ela é a primeira suprema, fazendo uma conexão com Coven. Então quer dizer que veremos mais de Scáthach nas próximas temporadas.

A reviravolta do sexto episódio foi uma grande surpresa, pois quase ninguém esperava. Desde quando o Sidney anunciou que Return to Roanoke: Three days in hell seria um reality show todo mundo sabia que aquilo não ia acabar bem…e não acabou. E voltamos a Roankoe de um jeito bem mais sombrio, aterrorizante, surpreendente e macabro.

Essa temporada realmente nos prendeu muito e nos surpreendeu a cada episódio que era exibido, essa concerteza foi uma das melhores temporadas da série, mas não melhor que Asylum, na minha opinião. 

A conexão com Asylum foi ótima e muito bem construída, eles pegaram duas sobreviventes de situações horríveis e juntaram em um programa.

A série voltou a suas origens e tem muito mais a oferecer e espero ver mais temporadas como essa.

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